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Ciência: da filosofia à publicação

Autor

Dr. Gilson Volpato
Dept. Physiology - IB - Caunesp - Unesp
NOVO LIVRO LANÇADO - NOV 2012 - VEJA EM:gilsonvolpato.com.br
Twitter: @GilsonVolpato

Fecha de publicación

15/12/2012

Resumen

Tomo a liberdade de divulgar meu novo livro; na realidade, a 6ª edição do Ciência: da filosofia à publicação. Ele representa hoje a principal síntese de meus 26 anos de dedicação à metodologia, publicação e redação científica.

Artículo

Caro(a) colega,

Lhe envio este e-mail porque acredito que, em algum momento, em nosso contato falamos algo sobre 'ciência'. Assim, tomo a liberdade de divulgar meu novo livro; na realidade, a 6ª edição do Ciência: da filosofia à publicação. Ele representa hoje a principal síntese de meus 26 anos de dedicação à metodologia, publicação e redação científica. Abaixo de minha assinatura apresento o sumário completo do livro.

Caso acredite nesta proposta, peço que divulgue entre pessoas de seu contato. Agradeço sua colaboração.

Este livro pode ser encontrado em bestwriting.com.br

Abraços,
 
 

G. L. VOLPATO. 2013. Ciência: da filosofia à publicação. Cultura Acadêmcia, São Paulo. 377p. Edição de luxo.


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SUMÁRIO

AGRADECIMENTOS p. 17

SOBRE O AUTOR p. 19

PREFÁCIO À SEXTA EDIÇÃO p. 23

PRIMEIRAS PALAVRAS p. 27

 

PARTE 1 - Da Filosofia à Ciência p. 31

Noções da história da ciência empírica p. 33

O início p. 34

O início de uma nova era p. 38

Filosofia medieval p. 42

Renascimento medieval p. 44

Início da ciência moderna p. 45

O racionalismo p. 53

O debate racionalismo – empirismo p. 55

Referência p. 57

Obras consultadas p. 57

Literatura complementar p. 57

 

PARTE 2 - Do Erro à Formação p. 59

 

CAPÍTULO I - A Deformação de Cientistas p. 63

I-1 O que é ser cientista? p. 64

I-2 Como impedir a formação de um cientista? p. 65

I-3 Como as agências de fomento à pesquisa podem prejudicar a formação de um cientista? 65

I-4 Como as instituições de ensino e pesquisa podem prejudicar a formação de um cientista?67

I-5 Como os professores podem prejudicar a formação de um cientista? p. 68

I-6 Como os orientadores podem prejudicar a formação de um cientista? p. 70

I-7 Como o próprio aluno pode prejudicar sua formação científica? p. 71

Referências p. 73

Literatura Complementar p. 73

 

CAPÍTULO II - Ciência p. 75

II-1 O que é ciência? p. 75

II-2 O que é uma pesquisa científica? p. 81

II-3 Resumidamente, o que caracteriza o método científico? p. 82

II-4 As pesquisas qualitativas também usam base empírica? p. 83

II-5 Nas Ciências Humanas as coisas são mesmo diferentes? p. 84

II-6 O que é Ciência Natural? E Ciência Formal? p. 87

II-7 O que é conhecimento científico? p. 88

II-8 As conclusões científicas são verdadeiras? p. 89

II-9 Indução: problema ou solução? p. 92

II-10 O que são hipótese, tese, teoria, lei, hipótese ad hoc, predição, argumento, falácia, postulado, dogma e mito? p. 95

II-11 Como ocorre progresso na ciência? p. 98

II-12 Qual a diferença entre ciência básica e ciência aplicada? p. 101

II-13 Basta tecnologia? p. 104

II-14 Devemos preferir as pesquisas aplicadas? p. 105

II-15 A ciência é amoral? p. 108

II-16 O cientista pode ser religioso? p. 108

Referências p. 110

Literatura Complementar p. 111

 

Capítulo III - Publicação Científica p. 115

III-1 O que publicar? p. 115

III-2 Por que publicar? p. 116

III-3 O que diferencia as revistas científicas das revistas de divulgação científica? p. 116

III-4 O que é uma revista científica internacional? p. 117

III-5 Como classificar as revistas científicas? p. 118

III-6 Qual é o formato de uma revista científica? p. 120

III-7 Qual é o formato de um artigo científico? p. 120

III-8 O que está mudando nas revistas científicas? p. 122

III-9 Em qual idioma publicar?  p. 123

III-10 Quem paga os custos das revistas científicas? p. 124

III-11 Quais são as principais qualidades de um periódico científico? p. 125

III-12 Onde encontrar as melhores revistas? p. 126

III-13 Como escolher a revista para publicação? p. 127

III-14 Como é o processo de publicação de artigos? p. 128

III-15 Como os revisores avaliam nosso manuscrito? p. 129

III-16 Como deve ser a carta de encaminhamento ao editor? p. 131

III-17 Quanto tempo demora para receber a resposta do editor? p. 131

III-18 Meu manuscrito foi negado... o que devo fazer? p. 132

III-19 Como devo responder aos revisores? p. 132

III-20 O que significa retracted no contexto da publicação científica? p. 133

III-21 Como os autores e editores de periódicos podem se ajudar para melhorar as revistas

brasileiras? p. 133

Referências p. 135

Literatura Complementar p. 136

 

CAPÍTULO IV - Avaliação da Atividade Científica p. 139

IV-1 Por que avaliar a atividade científica? p. 139

IV-2 Em termos gerais, como devemos direcionar a avaliação da atividade científica? p. 140

IV-3 Por que a citação de trabalhos pelos cientistas é um critério importante na avaliação da atividade científica? p. 141

IV-4 A pressão por publicação produz fraudes? p. 143

IV-5 Por que há tanta diferença entre áreas no processo de avaliação das revistas e dos cientistas brasileiros? p. 143

IV-6 Qual a melhor base para direcionarmos a avaliação da qualidade científica na Academia? p. 145

IV-7 Devemos considerar as autocitações na avaliação da atividade científica? p. 147

IV-8 Como está o Brasil no JCR? p. 148

IV-9 Quais os índices mais usados na avaliação da atividade científica? p. 153

IV-10 Que rumo a avaliação da atividade científica está tomando? p. 160

IV-11 Como avaliar um periódico científico? p. 166

Referências p. 170

Literatura Complementar p. 171

 

Capítulo V - Criação p. 173

V-1 Por que a pesquisa precisa de uma boa ideia? p. 173

V-2 O que é uma boa ideia? p. 174

V-3 Poderia me mostrar exemplos de boa ideia? p. 174

V-4 Sou um excelente aluno... serei um cientista criativo? p. 177

V-5 Por que é difícil ter uma “boa ideia”? p. 178

V-6 É importante conhecermos outras áreas, ou devemos nos especializar cada vez mais?  p. 179

V-7 Como escolher a melhor ideia? p. 180

V-8 Como o espírito empreendedor nos auxilia ter boas ideias? p. 182

V-9 Como o debate entre Thomas Kuhn e Karl Popper nos auxilia a ter boas ideias? p. 184

V-10 De quantos dados e informações precisamos para apostar numa ideia? p. 185

V-11 Não há literatura sobre a pesquisa que idealizei... devo abandoná-la? p. 187

V-12 Uma boa ideia garante uma pesquisa bem sucedida? p. 187

V-13 Uma boa ideia garante financiamento do projeto p. 188

V-14 Qual o papel da revisão da literatura? p. 188

V-15. Onde fazer a revisão bibliográfica? p. 188

V-16. Como iniciar a revisão bibliográfica? p. 189

V-17 Como selecionar os textos obtidos na revisão bibliográfica? p. 192

Referências p. 192

Literatura Complementar p.

 

Capítulo VI - Objetivo p. 195

VI-1 Qual o ponto de partida para estabelecer o projeto de pesquisa? p. 195

VI-2 Como o objetivo da pesquisa direciona o desenvolvimento do trabalho? p. 196

VI-3 O que precisamos saber sobre variáveis para estruturar o objetivo? p. 198

VI-4 Como começa uma pesquisa científica? p. 200

VI-5 Toda pesquisa científica necessita de hipótese? p. 202

VI-6 Como a lógica da pesquisa auxilia a estruturação do objetivo? p. 204

VI-7 Como tornar claro o objetivo do estudo? p. 205

VI-8 Como redigir o objetivo do estudo? p. 207

VI-9 O que são objetivo geral e objetivo específico? p. 208

VI-10 Onde o objetivo aparece no texto? p. 211

Referências p. 211

Literatura Complementar p. 211

 

CAPÍTULO VII - Planejamento da Pesquisa p.  213

VII-1 Que ações antecedem o planejamento da pesquisa? p. 213

VII-2 Por que é necessário o planejamento da pesquisa? p. 214

VII-3 Quais as diferenças entre pesquisa quantitativa e pesquisa qualitativa? p. 216

VII-4 Pesquisa de campo ou de laboratório: qual a melhor? p. 217

VII-5 Método ou técnica? p. 218

VII-6 Devemos preferir as técnicas sofisticadas? p. 219

VII-7 Qual deve ser o papel do estatístico na definição do planejamento da pesquisa? p. 221

VII-8 Todo trabalho quantitativo necessita de análise estatística? p. 221

VII-9 O que é e para que serve o estudo piloto? p. 223

VII-10 Qual a lógica básica das pesquisas científicas? p. 223

VII-11 Qual a diferença entre associação e correlação? p. 227

VII-12 Como os tipos lógicos de pesquisa ajudam no delineamento do estudo? p. 231

VII-13 O que é o delineamento de uma pesquisa? p. 233

VII-14 O que é grupo controle? Quais as principais ferramentas de controle? p. 236

VII-15 Devo usar os mesmos indivíduos nos grupos experimentais? p. 239

VII-16 É possível controlar todas as variáveis em uma pesquisa científica? p. 242

VII-17 O que é amostra? p. 243

VII-18 Como determinar o tamanho da amostra e o número de réplicas/repetições? p. 244

VII-19 Quando escolher o teste estatístico? p. 251

VII-20 Como escolher o teste estatístico? p. 252

VII-21 Qual é a estrutura de um projeto de pesquisa? p.  255

Referências p. 257

Literatura Complementar p. 258

 

Capítulo VIII - Coleta de Dados p. 261

VIII-1 A coleta de dados é a principal parte da pesquisa? p. 261

VIII-2 Toda pesquisa científica envolve coleta de dados? p. 263

VIII-3 Como garantir que os dados coletados estejam corretos? p. 264

VIII-4 Como preservar os dados coletados? p. 265

Referência p. 265

Literatura Complementar p. 265

 

Capítulo IX - Análise e Interpretação de Resultados p. 267

IX-1 Os dados são objetivos ou podemos interpretá-los? p. 267

IX-2 O que são conclusões? Como se diferenciam dos resultados? p. 269

IX-3 Quando a estatística ajuda? p. 272

IX-4 Quando transformações em percentuais podem prejudicar a análise? p. 274

IX-5 Por que se usa nível crítico geralmente a 5% ou 1%? p. 275

IX-6 O que fazer com os dados que mostram apenas tendência à significância? p. 277

IX-7 O que fazer quando os dados coletados não sustentam a hipótese? p. 278

IX-8 O que fazer quando os dados são muito discrepantes daqueles obtidos na mesma condição de estudo? p. 281

IX-9 Que cuidados tomar para se concluir sobre correlação entre variáveis? p. 284

IX-10 Por que relacionar os resultados e conclusões com os de outros autores? p. 286

IX-11 Até que ponto é possível avançar nas generalizações durante a elaboração das conclusões? p. 287

Referências p. 289

Literatura Complementar p. 289

 

CAPÍTULO X - Redação Científica p. 293

X-1 Há diferenças na redação entre TCC, Dissertação, Tese e Artigo Científico? p. 293

X-2 Qual é a lógica de um texto científico? p. 294

X-3 Qual é a estrutura básica de um texto científico? p. 296

X-4 Como saber se um conjunto de dados é suficiente para constituir um artigo? p. 298

X-5 Qual a rotina para a redação de um texto científico? p. 299

X-6 Por onde inicio e em que sequência redigir um artigo científico? p. 302

X-7 Quantas páginas deve ter cada parte do texto científico? p. 306

X-8 Qual o tempo verbal e a pessoa de locução no texto científico? p. 306

X-9 Onde aparecem as conclusões? p. 308

X-10 Como escrever o texto do item Resultados? p. 309

X-11 Como estruturar o Material e Métodos? p. 310

X-12 Qual a função do item Discussão? p. 313

X-13 Como devo estruturar a Discussão? p. 313

X-14 Até que ponto posso fazer sugestões e recomendações? p. 315

X-15 Devo incluir propostas para estudos futuros? p. 316

X-16 Como redigir a Introdução? p. 316

X-17 Como nossas agências atrapalham a redação científica? p. 318

X-18 O que não devemos citar em nosso trabalho? p. 319

X-19 Quais os principais erros nas citações? p. 319

X-20 Quais os tipos lógicos de Resumo? p. 323

X-21 Como fazer um Resumo Criativo? p. 323

X-22 Qual a função do Título do trabalho? p. 325

X-23 Como elaborar um bom Título? p. 325

X-24 Como escolher as Palavras Chave (Key-words)? p. 327

X-25 Como escrever o Título curto (Running head)? p. 328

X-26 A quem devo agradecer? p. 328

X-27 Como escrever bem? p. 329

X-28 Devo recorrer a empresas que corrigem tese/artigos científicos? p. 335

X-29 Como definir as autorias de um trabalho científico? p. 337

X-30 Como definir a sequência de autores em um trabalho científico? p. 340

X-31 Quais os riscos em se pontuar currículos por meio da sequência dos autores? p. 341

Referências p. 341

Literatura Complementar p. 342

 

CAPÍTULO XI - Divulgação em Congressos p. 345

XI-1 É importante participar de congressos científicos? Como escolhê-los? p. 345

XI-2 Como fazer um resumo estruturado? p. 346

XI-3 Como preparar um pôster para congresso? p. 346

XI-4 Quais cuidados tomar ao fazer uma comunicação científica oral? 349

XI-5 Como preparar uma apresentação PowerPoint mais eficiente? p. 352

XI-6 Que cuidados tomar ao convidar um palestrante? p. 357

XI-7 Que cuidados tomar ao ser convidado para ministrar cursos/palestras? p. 360

Literatura Complementar p. 361

 

CAPÍTULO XII - A Formação de Cientistas p. 363

XII-1 Por que formar cientistas? p. 363

XII-2 Quais os requisitos para ser um cientista? p. 365

XII-3 Todos podem ser cientistas? p. 369

XII-4 É imprescindível ao cientista estudar filosofia da ciência? p. 370

XII-5 Quando se inicia a formação de um cientista? p. 371

XII-6 A pós-graduação tem formado cientistas? p. 372

XII-7 Você é doutor... quer virar cientista? p. 373

Referências p. 374

Literatura Complementar p. 375



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